Fala-se, como nunca, em «III.ª República», prognosticando-se uma «IV.ª»?
Há anomia na sociedade e no Estado. Estamos a viver a dissolução deste, como o conhecemos?
Há uma disrupção institucional?
Os cidadãos deixam de se rever em ideários mais ou menos desgastados, mas um governo de maioria absoluta parece não ter ganho, também (como lhe competiria) a mobilização daqueles. Só teria a ganhar se o conseguisse.
A desconfiança e o hipercepticismo ( e o hiperelativismo) adensam-se insustentavelmente.
Eu próprio não me sinto lá muio bem.
20050923
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