20070521

Às vezes, a realidade, a cores e ao vivo...

Do Sol on line:

«No Médio Oriente, trocam-se acusações quanto à origem da recente onda de violência no Líbano, com Beirute a acusar a Síria de tentar destabilizar o pequeno país, e Damasco a negar qualquer laço coma a Fatah al-Islam que, por sua vez, é acusada pelos sírios de ter laços com a Al Qaeda de Osama Bin Laden.
Vários membros deste grupo radical islâmico foram detidos nos últimos dias. Entre os militantes contam-se cidadãos da Síria, Arábia Saudita e Argélia, bem como um libanês suspeito de ter estado envolvido na preparação de um atentado na Alemanha, no ano passado, que foi evitado pelas autoridades germânicas.
Poucas centenas de quilómetros a sul do Líbano, a situação não é melhor. Na Gaza palestiniana, continuam os confrontos entre os militantes radicais do Hamas e os moderados da Fatah, apesar dos apelos dos seus líderes para o fim dos combates.

Ao mesmo tempo, militantes do Hamas continuam a disparar rockets a partir de Gaza para a cidade israelita de Sderot, do outro lado da fronteira. Esta segunda-feira, uma mulher perdeu a vida quando o seu carro foi atingido por um destes mísseis.
Israel, entretanto, continua a responder às acções do Hamas e ameaça agora eliminar altas figuras do governo palestiniano, incluindo o primeiro-ministro Ismail Haniyeh, membro do movimento radical.
Na Jordânia, no entanto, o Rei Abdullah apelou ao fim da violência no Médio Oriente. Em entrevista à BBC, o monarca afirmou que «dentro de dois anos, pouco restará de um possível Estado palestiniano» se prosseguirem as disputas internas. O rei da Jordânia aconselhou ainda Israel a ter «cabeça fria» e a não responder aos ataques do Hamas».
(SOL com agências)

Convém ter a noção que as coisas no Médio Oriente (e nomeadamente na Palestina) não acontecem por acaso e não são, exactamente, a "preto e branco"...

1 comentário:

Justa Causa disse...

e cuidado que a União Europeia pode estar a preparar-se para pegar em dinheiro dos nossos impostos e oferecê-lo ao Hamas.